Soneto de adoração

16:26

Surge nos parques abundante
Brisa leve que em tua aura ecoa
Onde o verde, ante teu semblante
Cala, ajoelha e te rebaixa a lousa

És tu quem reina neste paraíso
A ti se rendem as flores mais belas
Cantando, tentam os pássaros arrancar-te o riso
Dançando, o bosque inteiro tem em ti sua meta

E se o sol esconde-se no horizonte
Tu como astro impera
E a lua some, atrás das nuvens, por inveja.

És a beleza de todas em uma só
És afrodite
És o que Deus fez de mais belo do pó.

(D.B e B.C. )

3 comentários:

Suzana Magalhães disse...

Que lindo, Breno :)

Beijoo.

Anônimo disse...

pena que nesse dia o fogão perdeu...

auhauhauuahau

ficou firme nosso poema muleque. O primeiro de muitas parcerias.

bona

Carla Landim disse...

Belo.